Mostrar mensagens com a etiqueta Outros Artigos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Outros Artigos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de junho de 2014



Joachim Rodrigues, observador profissional, teve a amabilidade de nos responder a duas questões relacionadas com o recente empréstimo de Gianni Rodríguez, defesa esquerdo do Benfica, ao Lechia Gdańsk.

Segundo consta, e tal como noticiámos há dias, o uruguaio jogará na Polónia durante uma temporada, envolvido na transferência de Pawel Dawidowicz para a Luz.

De igual modo, Rudinilson Silva e Harramiz seguirão viagem rumo à Ekstraklasa.

Segue-se a pequena entrevista:

Jovens Promessas - A maioria dos nossos leitores pouco ou nada sabe sobre a Liga Polaca. Pode apontar algumas diferenças e, caso existam, semelhanças entre a Liga ZON Sagres e a Ekstraklasa? 

Joachim Rodrigues - O «gap» competitivo que antes poderia existir entre a Ekstraklasa e outros campeonatos ou ligas nacionais ditas mais evoluídas, onde se inclui obviamente a Liga ZON Sagres, tem vindo a ser diminuído paulatinamente e de forma sustentada nos últimos tempos, fruto de um bom trabalho levado a cabo pelas entidades polacas. Uma das grandes diferenças em termos de paradigma, comparativamente ao campeonato português, é que na Polónia aposta-se fortemente no talento nacional, não sendo por acaso o facto de em vários e bons clubes europeus, espalhados um pouco por toda a parte, ser possível observar jovens oriundos daquele país a iniciarem ou a completarem o seu processo de profissionalização. A Ekstraklasa é por estes dias uma das melhores plataformas geradoras de talento do futebol europeu. 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A causa não mencionada do desastre

Publicado no blogue Passe de Letra:

"Um fracasso. É desta forma simples que se pode descrever a época 2013/14 do FC Porto. Orientados primeiro por Paulo Fonseca e mais tarde por Luís Castro, os dragões não foram além do terceiro lugar no campeonato, deixando-se ultrapassar pelos rivais da capital, apesar de terem chegado a estar no primeiro posto, com mais cinco pontos do que o segundo classificado. Ao longo do ano, mutas foram as tentativas de explicação por parte da imprensa para os maus resultados da equipa principal dos azuis e brancos: "Paulo Fonseca deu o salto para um grande demasiado cedo na sua carreira"; "houve evidentes lacunas no plantel, logo desde a pré-temporada"; "João Moutinho e James, que juntos fizeram entrar 70 milhões de euros nos cofres portistas, não foram devidamente substituídos"; "Benfica esteve a um nível muito superior aos adversários e Sporting superou todas as expectativas"; "nota-se a falta de desequilibradores natos neste FC Porto"... 

No entanto há um fator que parece ter escapado à grande maioria de jornalistas e comentadores: Christian Atsu, que na época 2012/13 havia dado sinais de que poderíamos estar na presença de um futuro grande jogador, abandonou a instituição após corte de relações entre o seu empresário e os dirigentes nortenhos, rumando ao Chelsea de José Mourinho. Nos mees seguintes, o jovem extremo confirmou algum do potencial que lhe é atribuído, efetuando excelentes exibições pelo Vitesse e ajudando o clube de Arnhem a lutar pelos lugares cimeiros da Eredivisie. Provou, na liga holandesa, que certamente teria sido importante para os dois técnicos que passaram pelo Dragão. É claro que nem todos os problemas se teriam resolvido, mas alguns deles atenuar-se-iam, ainda para mais sabendo que, em muitos encontros contra equipas de menores dimensões, Jackson Martínez & companhia não conseguiram acelerar o jogo nem criar muitas oportunidades de golo, tendo-se sentido, portanto, a falta de um atleta explosivo, irreverente, criativo. Adjetivos que assentam bem em Atsu. 

Chegou ao Mundial com a motivação de um excelente ano desportivo, coroado com a eleição para melhor jogador da época do Vitesse, depois de uma votação levada a cabo pelos adeptos. No Brasil, assumiu a titularidade e ajudou a tornar a seleção nacional do Gana num osso duro de roer. Neste momento, é cobiçado por vários clues da Premier League que se tentam aproveitar do facto de "Mou" não contar com o africano para os desafios que se avizinham."

terça-feira, 15 de abril de 2014



Nos últimos dias, tem sido tema de destaque na imprensa desportiva nacional a prestação da equipa de juniores do Sport Lisboa e Benfica. Apesar de estarmos já na reta final da temporada, as águias só adquiriram fama após a vitória frente ao Manchester City, que garantiu viagem para Nyon, na Suiça, onde se disputariam as meias-finais e a final da primeira edição oficial da Liga dos Campeões do escalão.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Sporting CP: Que futuro?

Publicado no blogue Passe de Letra:

"Depois de uma temporada em que predominou o fracasso e que será, para sempre, recordada como a pior da história do clube, antevia-se uma época modesta, de restruturação e de um crescimento que permitisse sonhar com a glória nacional, nos próximos anos. Contudo, um conjunto de jovens talentos, um presidente inteligente e, sobretudo, um fantástico treinador, que tornou um simples desconhecido como era William Carvalho num médio defensivo de classe mundial, catapultaram as ambições do clube para patamares, até há bem pouco tempo atrás, irrealistas.

Com as contas do título praticamente fechadas, é hora de fazer previsões quanto às batalhas que se avizinham. Será o Sporting campeão em 2014/15? Conseguirão os leões quebrar o domínio dos arquirrivais Benfica e Porto? Estas são algumas das perguntas que mais dão que falar na atualidade do futebol nacional. Obviamente, todo e qualquer adepto leonino sonha com grandes feitos e grande parte deles considera que tais êxitos caminham a passos largos para a realidade. No entanto, toda esta questão tem de ser analisada sob um ponto de vista racional.

Tendo em conta o atual plantel e a sua média de idades, é indiscutível que há em Alvalade potencial para atingir o topo. Para isso, pede-se estabilidade, tanto no topo da hierarquia, como na composição da equipa. Se a permanência de Bruno de Carvalho e de Leonardo Jardim é um dado quase adquirido, o mesmo não se pode dizer da continuidade de alguns jogadores no clube lisboeta. William Carvalho, peça chave na manobra dos verdes e brancos, é hoje um dos atletas mais cobiçados do futebol europeu, pelo que a sua transferência para um campeonato mais competitivo é cada vez mais certa. Seguem-se futebolistas como Marcos Rojo, Rui Patrício ou Carlos Mané, que têm sido recorrentemente associados a outros clubes. E há ainda nomes como Adrien Silva ou Cédric Soares, que, ocasionalmente, protagonizam rumores de mercado.

Colocado este cenário e sabendo-se as dificuldades financeiras atuais, muito dificilmente o conjunto orientado pelo técnico madeirense permanecerá intacto e a crescer como os sportinguistas esperam. Para suprir as futuras lacunas, a aposta continuará a recair na formação e nos bons valores da Liga Zon Sagres, o que, porventura, será insuficiente. Dada a capacidade do Porto e, principalmente, do Benfica, clue cuja evolução não dá sinais de abrandamento, só a permanência dos principais craques seria capaz de roubar o protagonismo que águias e dragões detêm.

Este Sporting arrisca-se a tornar num clube semelhante ao Ajax. Apesar dos campeonatos conquistados nos últimos anos, a média de idades dos holandeses é cada vez mais baixa, devido à venda progressivamente mais precoce dos maiores talentos, e a qualidade da equipa fica demonstrada nos palcos europeus. Não fosse a incapacidade dos rivais e os pupilos de Frank de Boer não contariam nas suas vitrinas com as últimas edições da Eredivisie. A diferença entre estes dois casos é que, em Portugal, há competência no outro lado da barricada...

Dito isto, resta-nos apenas esperar para conferir o que vai suceder. O sucesso, ou não do clube de Alvalade dependerá da capacidade negocial de BdC, capacidade essa que ficou à vista no último Verão com as vendas de Bruma e Tiago Ilori, por quase vinte milhões de euros. Do relvado, os adeptos podem sempre esperar um futebol atrativo. Não se pode é pedir a Leonardo Jardim que, para além de transformar bronze em ouro, converta latão em diamante..."

domingo, 2 de março de 2014

Benfica Versão 2020

Publicado no blogue Passe de Letra:

"Nos últimos tempos, muito se tem comentado sobre a aposta (ou falta dela...) que os encarnados têm feito nos produtos das camadas jovens. Os adeptos desesperam para ver talentos da formação secundária a atuar na principal e, como resposta, o presidente do clube afirmou que, na equipa A das águias, predominarão jogadores portugueses, em... 2020.
Apesar de ter feito promessas do mesmo cariz nos primeiros anos de presidência, a declaração de Luís Filipe Vieira parece ter agora bases mais sólidas. O "Caixa Futebol Campus" começou a dar frutos e, atualmente, para além do domínio nas convocatórias para as seleções jovens portuguesas, o clube da Luz conta ainda com uma excelente equipa B, na qual vários jovens repletos de potencial estão, aos poucos, a efetuar a transição para o exigente futebol sénior. Aos nomes de André Gomes e André Almeida, poder-se-ão juntar outros atletas cuja maturidade futebolística vai crescendo de dia para dia. Com base nestas premissas, farei um exercício de futurologia, tentando antecipar um possível plantel vermelho e branco no longínquo ano anteriormente referido. Para tal, apenas terei em conta os jogadores atualmente vinculados ao Sport Lisboa e Benfica e colocarei o cenário de que nenhum deles será vendido, mesmo sabendo que as hipóteses de tal acontecer são remotas.

Na baliza, estariam Jan Oblak, possivelmente um dos melhores guardiões da Europa em 2020, e Bruno Varela, possante guarda-redes que fez toda a formação no Seixal. Para além destes, também o júnior André Ferreira tem demonstrado qualidade necessária para um futuro risonho. Para as laterais, haveria André Almeida, João Cancelo, Pedro Rebocho e Bruno Gaspar. O internacional A português seria um dos mais experientes da equipa, enquanto que os restantes evidenciam atualmente capacidade para um dia se tornarem regulares na equipa de Jorge Jesus. No centro da defesa, Lisandro Lopez, a realizar uma boa época de estreia no Velho Continente ao serviço do Getafe CF, partilharia a titularidade com Fábio Cardoso ou João Nunes, dois ótimos centrais com um percurso de formação exemplar. O polivalente jogador sueco Victor Lindelof seria também opção, tanto para a posição de defesa central, como para a de médio defensivo.

Um pouco mais à frente, os juvenis Gonçalo Rodrigues e Renato Sanches juntar-se-iam ao mestre dos passes longos, Rúben Pinto, num meio-campo dinâmico e consistente, que contaria ainda com a preciosa ajuda de um médio ofensivo, posição para a qual haveria atletas de elevada qualidade, como Filip Djuricic, detentor da mítica camisola "10" e que se encontra ainda em fase de adaptação ao futebol português, Bernardo Silva, possuidor de um pé esquerdo fenomenal muito acarinhado pelos adeptos, Rochinha, médio ofensivo que tem estado debaixo dos holofotes europeus, devido à sua participação na Liga dos Campeões de júniores, e ainda João Carvalho, número "10" dos juvenis das águias que passeia classe com o esférico nos pés.

Para a posição de extremo, as soluções seriam muitas e variadas. Um conjunto vasto de atletas tornaria os flancos da equipa perigosíssimos para quem a defrontasse. São eles "Toto" Salvio, internacional argentino que prima pela raça e pela capacidade de aceleração, Nico Gaitán, atleta com um controlo de bola muito acima da média, Lazar Markovic, prodígio sérvio contratado ao Partizan de Belgrado, Pizzi, internacional português que demonstrou muita qualidade com as cores do Deportivo, e ainda quatro jogadores "made in" Seixal: Ivan Cavaleiro, Hélder Costa, Romário Baldé e Gonçalo Guedes.

A frente de ataque seria o setor mais debilitado do plantel. Nelson Oliveira, atualmente cedido ao Stade Rennais FC, contaria com o estatuto de intocável, num posto para o qual haveria ainda os nomes de Funes Mori ou Fábio Novo, interessante atacante da promissora geração de juvenis. Há razões para acreditar que o plantel terá, de forma gradual, mais jogadores vindos da formação. À qualidade dos atletas em causa junta-se ainda o fator crise, que diminuirá o investimento feito noutros mercados. 
Por tudo isto, pede-se apenas à massa associativa que tenha paciência, pois, como disse Rúben Amorim, os jovens estão a ser formados e lançados aos poucos na equipa principal, sem risco de se "queimarem", como provavelmente aconteceria, se fossem atirados às feras à menor demonstração de qualidade."

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Melhor Onze Jovem de 2013

Publicado no blogue Passe de Letra:

"No mundo do futebol, é, de há muito tempo a esta parte, habitual atribuir-se, no final de cada ano civil, prémios individuais e coletivos àqueles que mais se destacaram, durante os doze meses anteriores. Não há um critério universal para a seleção dos atletas, sendo, por isso, uma escolha, por vezes, pouco racional e sem sentido, como acontece ocasionalmente com a Bola de OuroNeste artigo, procurarei eleger, de forma consensual, os onze melhores jogadores jovens de 2013. Para isso, apenas foram tidos em conta os praticantes do desporto-rei nascidos em, ou depois de, 1992. Foram utilizados critérios como a importância que tiveram na segunda metade da temporada 2012/13 e na primeira metade da época a decorrer ou a qualidade da sua participação na competições internacionais realizadas no Verão. O resultado foi o seguinte.

Thibaut Courtois, guarda-redes emprestado, pelo Chelsea FC, ao Atlético de Madrid. O guardião belga cresceu ainda mais desde a chegada de Diego Simeone ao comando técnico dos "colchoneros" e, em 2013, foi um autêntico muro na baliza do Vicente Calderón. A nível internacional, foi preponderante na campanha de qualificação da Bélgica para o Mundial do Brasil. Nesta seleção em crescimento, Courtois será o guardião durante a próxima década e ajudará o clã de Eden Hazard e companhia a conquistar um grande título.


Daniel Carvajal, defesa direito do Real Madrid CF. Ao serviço do Bayer 04 Leverkusen, foi um dos melhores laterais da última edição da 1. Bundesliga e inscreveu o seu nome na lista de vencedores do Campeonato da Europa U21. Tão boa forma valeu-lhe o regresso ao Santiago Bernabéu, onde, esta época, tem discutido o lado direito da defesa com Álvaro Arbeloa. Raphaël Varane, defesa central do Real Madrid CF. Aproveitando os problemas físicos e disciplinares de Sergio Ramos e Pepe, o internacional francês, contratado ao RC Lens por dez milhões de euros, pegou de estaca no "onze" e é hoje considerado um dos centrais mais promissores do futebol mundial. Ajudou também o seu país a garantir o apuramento para o Mundial 2014.


Matija Nastasićdefesa central do Manchester City FC. Chocou o mundo do futebol, quando, com idade de sénior de primeiro ano, assumiu a titularidade no então campeão inglês, relegando Joleon Lescott para o banco de suplentes. Cresceu muito como jogador e tornou-se também indiscutível na seleção principal da Sérvia. David Alaba, defesa esquerdo do FC Bayern Münich. O seu fantástico desempenho no ano de 2013, pelos bávaros, consagrou-o definitivamente como o lateral canhoto mais promissor da atualidade. Ganhou tudo o que havia para ganhar sob o comando de Jupp Heynckes e tornou-se no jogador mais cotado da modesta seleção austríaca, com apenas 21 anos.

Paul Pogba, médio centro da Juventus (ver perfil detalhado aqui). Depois da polémica saída do Manchester United FC, surpreendeu pela maneira como se impôs no campeão italiano. Durante o verão, conduziu França ao título mundial de sub-20 e ajudou a seleção principal a conseguir a qualificação para o Campeonato do Mundo do Brasil. Para além disso, o seu nome tem sido associado a clubes como PSG ou Manchester City FC. Koke, médio centro do Atlético de Madrid. Assumiu, de forma indiscutível, a titularidade no conjunto orientado por Diego Simeone e foi campeão europeu de sub-21. No final do período de transferências, esteve a um passo do Manchester United FC mas, para bem dos "colchoneros", permaneceu e tem sido fundamental na excelente temporada do clube madrileno.

Mario Götze, extremo do FC Bayern Münich. Ajudou o Borussia Dortmund a chegar à final da UEFA Champions League, que não pôde disputar, devido a lesão. Antes disso, protagonizou uma transferência polémica para o grande rival dos "borussers" e atualmente é uma peça importante na equipa de Pep Guardiola. A nível internacional, continuou a somar partidas com a camisola germânica e, se mantiver a boa forma, será um jogador-chave no Campeonato do Mundo. Isco, médio ofensivo do Real Madrid CF. Após a vitória no prémio Golden Boy 2012, realizou uma excelente segunda metade de temporada, pelo Málaga CF, que lhe valeu a titularidade no Campeonato da Europa Sub-21, conquistado pela "rojita". Disputado por Manchester City FC e Real Madrid CF, acabou por assinar pelos "blancos", conquistando um lugar no "onze", em parte, devido à saída de Mesut Özil para o Arsenal.

Neymar, extremo do FC Barcelona. Apesar de ter jogado no seu país até ao Verão, confirmou que era o melhor jogador do Brasileirão. Pouco depois, venceu a Bola de Ouro da Taça das Confederações e transferiu-se para os catalães, de forma algo polémica, devido aos montantes envolvidos. Tem tido o destaque que normalmente pertence a Leo Messi, devido à lesão do argentino, e está a assumir-se como forte candidato a melhor jogador do mundo, nos próximos anos. Romelu Lukaku, ponta de lança emprestado pelo Chelsea FC ao Everton FC. Fez uma excelente segunda metade de temporada 2012/13, com a camisola do West Bromwich Albion FC e esperava-se que estivesse, neste momento, no plantel de José Mourinho. Contudo, foi novamente cedido, desta feita, aos "toffees" e já terá feito, certamente, com que o treinador português se tenha arrependido. O temível avançado belga tem marcado golos e é um dos jogadores em maior destaque na presente edição da Barclays Premier League."

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O regresso da geração de ouro gaulesa

Publicado no blogue Passe de Letra:

"Numa seleção outrora grandiosa, há muito que as grandes conquistas não acontecem. Após as vitórias no Mundial'98 e no Euro 2000, a Seleção Francesa praticamente se eclipsou, estando próxima da glória internacional apenas numa ocasião: Mundial 2006, no qual os gauleses foram batidos na grande final, por Itália, no jogo da célebre cabeçada de Zinedine Zidane. Os fracassos dos últimos anos, com destaque para a horrível campanha no Mundial da África do Sul, envergonham a equipa que, no fim do século XX, espantou o mundo do futebol. Aquela geração, na qual pontificavam nomes como Fabian Barthez, Thierry Henry (melhor marcador da seleção francesa), Lizarazu, Patrick Vieira, Marcel Desailly ou o anteriormente referido "Zizou", ficará para sempre conhecida como uma das melhores da história da modalidade.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Os sonhadores de Arnhem


Contando com um campeonato duopolizado, tal como o português ou o espanhol, a Holanda tem no Ajax e no PSV as duas melhores equipas da história e da atualidade da Eredivisie. Ocasionalmente, outras equipas com menor poderio intrometem-se entre os dois gigantes nacionais. Clubes como Feyenoord, AZ Alkmaar ou Twente são sempre nomes a ter em conta. Contudo, têm estado algo “apagados”, nas últimas temporadas, sendo de destacar apenas a qualidade de alguns dos jovens que figuram nos seus plantéis.

sábado, 29 de junho de 2013



Numa seleção habituada a participar nas grandes competições, as qualificações para as mesmas poderão passar a ser uma miragem, dentro de poucos anos. A famosa “Geração de Ouro” de Figo, Rui Costa, João Pinto, etc, praticamente acabou no Euro´2004, no qual Portugal chegou à final. Na atual geração, são cada vez menos os jogadores que assumem um papel de destaque nos grandes clubes europeus e cada vez mais aqueles que já passaram ou estão em vias de passar a barreira dos trinta anos de idade.

sábado, 8 de junho de 2013



No país do chocolate, está a surgir uma das gerações mais promissoras, não só da história da Bélgica, como também da história do futebol mundial. Um pouco por toda a Europa, jovens belgas, sedentos de títulos e que espalham magia nos relvados semana após semana, estão a assumir um papel de destaque em alguns dos principais clubes. Numa seleção que, à semelhança de Portugal, nunca ganhou um grande título internacional, onde havia desilusão, há agora esperança. Toda uma nação está a acompanhar, com entusiasmo, o crescimento das jovens estrelas.

Total de visualizações